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Grupo Farm debate retirada da vacina de aftosa e novos mercados na Expointer
31/08/2018 - 18:00:00
 
Os desafios da retirada da vacinação da febre aftosa e a busca por novos mercados, em especial na Ásia, foram os temas dominantes da reunião do Grupo Farm - Federação de Associações Rurais do Mercosul (FARM), que aconteceu na Casa da Farsul, na 41ª Expointer. Representantes de Federações do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai foram recebidos pelo presidente do Sistema Farsul, Gedeão Pereira.
O diretor presidente da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná, Inácio Kroetz, apresentou um quadro da produção de proteína animal do Paraná e sua situação em relação à defesa agropecuária. Kroetz propõe dividir o país em cinco regiões para a retirada da vacina da febre aftosa, respeitando as capacidades e particularidades de cada região. Na região sul, Santa Catarina é o único a ter o certificado de zona livre de aftosa sem vacinação.
Os representantes das federações do Mercosul manifestaram preocupação em relação aos estados que fazem fronteiras com outros países da América do Sul, que poderiam ficar vulneráveis ao surgimento de focos da doença, mas reiteraram a liberdade do governo brasileiro de promover mudanças em suas regulações internas.
Na avaliação de Kroetz, se não for possível garantir a segurança do rebanho a longo prazo, a vacina não deve ser retirada. “É preciso ter uma gestão transparente entre as partes e a consciência de que sanidade é uma responsabilidade compartilhada”, afirma.
Em seguida, a superintendente de Relações Internacionais da CNA, Lígia Dutra, apresentou as possibilidades do comércio internacional para os produtos agropecuários do Mercosul. Lígia ressaltou que, apesar da grande produção, o Brasil ainda carece de diversidade em sua exportação agropecuária, já que a maior parte da sua oferta é concentrada em apenas dez produtos. Como, por regulações do Mercosul, as negociações para acordos de livre comércio devem acontecer em bloco, Lígia compartilhou com os representantes de federações informações sobre mercados potencialmente receptivos a alimentos produzidos no Mercosul, para que estas informações estimulem uma ação conjunta entre Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.  
A estratégia poderia diminuir os atritos internos no Mercosul, em razão da entrada de produtos estrangeiros a preços menores do que os produzidos localmente, afirma o presidente do Sistema Farsul, Gedeão Pereira: “Em vez de competirmos internamente, criando uma disputa dentro do nosso próprio bloco como frequentemente acontece com os produtos agropecuários do Mercosul, podemos olhar para fora, procurar de forma conjunta compradores para os nossos produtos. Isso é especialmente válido para o leite, o arroz e o trigo”.
 
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Fonte: Imprensa Sistema Farsul
 
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