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Seminário InterAgro discute impactos da abertura de mercado para o agronegócio
29/08/2018 - 12:00:00
 
A abertura do Brasil aos mercados internacionais e o potencial que pode ser aproveitado pelo agronegócio caso se concretizem os acordos em negociação foram tema do seminário da InterAgro, Rede Agropecuária de Comércio Exterior. O evento promovido por CNA, Farsul, Fecomércio e Fiergs foi realizado na 41ª Expointer.
O presidente do Sistema Farsul, Gedeão Pereira, ressaltou que o Brasil ainda está engatinhando em questões relativas ao comércio exterior. Lembrou que, além de acordos, o Brasil precisa melhorar a competitividade, que envolve a revisão da carga tributária e obras de infraestrutura para tirar melhor proveito do mercado internacional. Um exemplo disso, é a necessidade de aumento do calado do Porto de Rio Grande, que poderia se converter em um ponto estratégico no comércio mundial.
O assessor de Relações Internacionais da CNA, Pedro Motta, demonstrou, durante o Seminário, as vantagens decorrentes da abertura econômica, como o aumento no número de possíveis consumidores, a entrada de insumos a preços mais baixos – que tornaria a produção mais competitiva -   e os ganhos de imagem em relação à confiabilidade dos produtos. Além disso, os produtos ganhariam mais qualidade por terem de se conformar a normas internacionais, o que seria um benefício ao consumidor brasileiro.
O coordenador do grupo temático de Negociações Internacionais da Fiergs, Frederico Behrends, apresentou os principais acordos de livre comércio atualmente em negociação entre o Mercosul e outros grupos internacionais. Behrends reiterou que, quando concretizado, o acordo com a União Europeia, que está sendo negociado há 18 anos, tem o potencial de trazer benefícios tanto para a agropecuária quanto para a indústria. Apesar da resistência do setor industrial, ele ressalva que a abertura de mercados para o mercado agropecuário brasileiro tem o potencial de aquecer o mercado como um todo, o que levaria ao aumento na venda de máquinas, por exemplo.
O coordenador do Conselho de Comércio Exterior da Fecomércio, Arno Gleisner, abordou os impactos de uma possível abertura comercial no setor de serviços, e acredita que a liberalização poderia atrair investimentos a setores ainda pouco desenvolvidos. Outro tema que foi trazido pela Farsul à reunião foi a dificuldade que os produtores rurais gaúchos têm em função das disparidades nos preços dos insumos em relação aos países vizinhos do Mercosul. De acordo com os participantes do debate, o bloco econômico torna a agricultura gaúcho pouco competitiva, já que o produtor não pode comprar estes itens do outro lado da fronteira pelo mesmo preço.
 
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Fonte: Imprensa Sistema Farsul
 
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